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Seja um doador. Manifeste sua vontade de salvar vidas

Para ser um doador, não é necessário fazer nenhum documento por escrito. Basta que a sua família esteja ciente da sua vontade. Por isso, o passo principal é conversar com a sua família e deixar bem claro o seu desejo de doar.

Assim, quando for constatada a morte encefálica do paciente, uma ou mais partes do corpo que estiverem em condições de serem aproveitadas poderão ajudar a salvar as vidas de outras pessoas.

Lembre-se que alguns órgãos podem ser doados em vida. São eles: parte do fígado, um dos rins e parte da medula óssea. A doação em vida pode ser realizada em caso de parentesco até 4º grau ou com autorização judicial (não parentes).

A doação pressupõe critérios mínimos de seleção. Idade, o diagnóstico que levou à morte clínica e tipo sangüíneo são itens estudados do provável doador para saber se há receptor compatível. Não existe restrição absoluta à doação de órgãos a não ser para soropositivos e pessoas com doenças infecciosas ativas.

Com informações do Ministério da Saúde.

 

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