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Salvos pela doação | José Crisóstomo recebeu um transplante de medula óssea

doe-de-coracao-2016-jose-chagasJosé Crisóstomo Chagas, 65, descobriu que tinha deficiência de medula óssea aos 63 anos. O mecânico e sanfoneiro traçou longa caminhada de seis meses, até ser diagnosticado com mielofibrose eugênica – alteração na medula óssea que afeta a produção das células sanguíneas.

 

Sem perder o humor e a fé cristã, José passou por série de exames antes de encontrar um doador. “O médico me perguntou se eu tinha irmãos. Por sorte, tenho seis”, conta José, emocionado. “Minha filha comunicou a todos os meus irmãos que eu estava doente e que precisaria de doação de medula. Todos foram ao Hemoce para fazer o teste. Quando o resultado chegou, dois dos meus seis irmãos eram 100% compatíveis comigo”.

 

Dos dois irmãos de Crisóstomo, José Jarismar de Lima foi seu doador. “Pelo fato de ele ser mais novo e ser homem, o médico explicou que seria mais fácil da medula se adaptar ao meu organismo”, explica. “Com seis dias de internado recebi a medula de meu irmão. Hoje estou com um ano e um mês transplantado e tem sido só alegria. Posso levar uma vida normal, sem restrições”, relata José.

 

Uma vez feito o transplante de medula óssea, não havendo rejeição, é definitivo. Não existe necessidade de refazer o transplante. A reabilitação para o transplantado de medula óssea varia de 2 a 4 anos. Para o doador, bastam 24 horas para que a medula se regenere e ele possa voltar para sua vida normalmente.

 

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