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Salvos pela doação | Debora recebeu um transplante de fígado

doe-de-coracao-2016-debora-vale"Eu levei muito tempo para descobrir que precisaria de um transplante. Durante um período de férias em 1997, comecei a ter febres e sangrar pelo nariz. Ao voltar para Fortaleza, comecei a ficar muito inchada. Passei pela emergência de um hospital e em meus exames só apontou que eu estava com anemia e me passaram medicamentos para tratá-la. Na época, eu estudava na Unifor, cursando Terapia Ocupacional. Depois de algumas semanas comecei a não conseguir comer, pois quando me alimentava sentia minha barriga dilatada, estranha. Incomodava e doía muito. Resolvi consultar uma nutricionista, que me aconselhou a fazer um ultrassom. O resultado foi o fígado e o baço crescidos. Ao mostrá-los para minha médica, ela pediu que eu procurasse urgentemente um hepatologista. Fizemos uma bateria de exames e constou que eu estava com Hepatite Alpina. O tratamento foi a base de corticoides. Por um tempo melhorou, mas depois foi apenas piorando. Foi quando descobri que precisava de um transplante. Foram seis anos de tratamento intenso. Além disso, passei mais seis meses na ‘fila da agonia’, esperando para que chegasse a minha vez. Tive ajuda de uma equipe médica durante esse tempo, que me preparou para todos os prós e contras que poderiam ter durante o tratamento até o momento do transplante em si. Hoje não sinto mais nada e levo uma vida normal e saudável”.

 

Debora Suiane Vale, 43 anos.
Recebeu um transplante de fígado.

 

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