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Doe de Coração | Números do Ceará em 2017

No ano passado, o Ceará superou o recorde registrado em 2015: foram realizados 1.864 transplantes de órgãos e tecidos no Estado, 431 a mais que no ano anterior, quando foram registrados 1.433 transplantes. Os destaques em 2016 foram os transplantes de córnea, coração e medula óssea, os maiores da história. O número de transplantes de córnea foi 1.260 ante 831 do recorde anterior, registrado em 2015. Os 97 transplantes de medula óssea superaram os 80 de 2015. Os transplantes cardíacos em 2016 também foram 32, quando no ano anterior foram 24. Ainda no ano passado, o Ceará registrou 195 transplantes de fígado, 255 de rim e seis de pulmão.

 

Durante o primeiro semestre de 2017, o Estado registrou queda de 14,8% nos procedimentos, o equivalente a 20,7 milhões de pessoas por milhão de população (pmp), ocupando agora a 6ª posição no ranking nacional de transplantes. Apesar dos baixos índices, cresceu o número transplantes hepáticos: 6,3% de doadores falecidos e 13,4% de doadores vivos. As cirurgias de fígado também aumentaram: neste semestre foram 99, um registro de 10% a mais em relação ao ano anterior. Já o transplante pulmonar diminuiu 6,5 %, o procedimento só é realizado no Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará, tendo uma taxa irrisória de 0,4 pacientes por milhão de população. 

 

O número de pacientes ativos na lista de espera no mês de junho deste ano ano caiu em comparação com igual mês do ano passado. Em 2016 eram 1.155 pessoas no  semestre; neste ano o número caiu para 716, uma queda de 38%.

 

Na avaliação da ABTO (Associção Brasileira de Transplante de Órgãos), a taxa de doadores efetivos aumentou em 11,8%, tendo passado de 14,6 (pmp), para 16,6 (pmp) dando a perspectiva de que podemos atingir a meta proposta para o ano (16,5 pmp).

 

 

Fontes: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará | Diário do Nordeste

 

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